A VALORIZAÇÃO DO MAL

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Afinal, como será o Deus
que coloca um coelho
dentro da lua?

Valorizar o mal é, de alguma forma, esquecer o bem em si mesmo.

Valorizar o mal é deixar de observar que o sol nasce todos os dias e apesar de tudo.

Valorizar o mal é deixar de sentir a brisa que toca suave num dia de verão e apesar de tudo.

Valorizar o mal é estar distante do bem que se pratica dia a dia por abnegados irmãos e apesar de tudo.

Valorizar o mal é esquecer que inspiramos e expiramos em movimentos perfeitos, coordenados pelo instinto, sem um aprendizado racional anterior, e apesar de tudo.

Valorizar o mal é, antes de mais nada, deixar de enxergar o bem.

O bem que nos fortalece e nos energiza através dos raios do sol todos os dias, incansavelmente, e apesar de tudo.

Achar que o mal pode tudo e o bem nada pode é um atrevimento para com a obra divina que não cansa de nos mostrar que o pretenso caos tem um sentido real para nosso próprio aprimoramento.

O caos, na verdade, não existe.

Se o caos nos governasse, o universo certamente não seria o que é.

Teriam as estrelas, as órbitas planetárias  sido lançadas ao acaso?

Teria a Lua, por uma simples coincidência, deixado de cair na Terra?

Não, não, não.

Valorizar o mal é esquecer de ver todo o bem que nos rodeia.

É deixar de ouvir o canto do pássaro em meio ao turbilhão de carros, da correria agitada da vida.

Afinal, como será o Deus que coloca um coelho gigante dentro da lua?

Você já reparou que existe um coelho dentro da lua?

Você já se encantou com isso?

Valorizar  o mal é deixar de perceber todas essas coisas…

É deixar de perceber todo o bem que se coloca a nosso favor todos os dias.

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