O jardim das borboletas

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            Era noite e ventava muito. Giuliano queria encontrar o pai, mas estava com medo de sair.

            O vento era realmente muito forte e o barulho das árvores amedrontador. Melhor ficar em casa, esperando o desabafo da natureza passar.

            Mas, ao olhar pela janela lateral, viu um céu estrelado, maravilhosamente belo, que destoava de toda aquela ventania. O cheiro das flores era convidativo e, então, surgiu a dúvida. A dúvida entre o permanecer e o descobrir. A dúvida entre o continuar enclausurado, sentado em seu conforto perene, sem sofrer riscos, e o outro caminho. Ah, o outro caminho… uma nova rota tão irracional quanto louca, que lhe fazia ver as estrelas e sentir o frescor das rosas do campo.

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ALZHEIMER

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À minha querida avó Emilia, a quem um dia eu não soube entender

 

Se você me abraça e eu não o reconheço,

Não faz mal,

Abrace-me mesmo assim,

Pois sou capaz de sentir a sua energia de amor a me envolver.

Se você conversa comigo e eu não entendo o que você diz,

Não faz mal,

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